A análise SWOT é uma das ferramentas de planeamento estratégico mais conhecidas e mais simples de aplicar. O nome resulta das iniciais inglesas de Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats, ou seja, forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Em português também se fala em análise FOFA. O seu mérito está em obrigar a empresa a olhar simultaneamente para dentro e para fora.
Reúna as pessoas certas. A análise ganha riqueza quando envolve elementos de áreas diferentes: vendas, produção, finanças, atendimento. Cada um vê a empresa de um ângulo distinto.
Recolha informação. Dados de vendas, opinião de clientes, informação sobre concorrentes e estudos do setor evitam que a análise se baseie apenas em impressões.
Preencha a matriz. Liste os fatores em cada quadrante de forma concreta. Em vez de escrever bom serviço, escreva prazos de entrega mais curtos que a concorrência. Fatores vagos não ajudam a decidir.
Priorize. Limite cada quadrante aos fatores mais relevantes. Uma lista interminável dilui o que realmente importa.
O passo que muitas empresas esquecem é cruzar os quadrantes. É aqui que a SWOT se transforma em plano de ação:
Confundir fatores internos com externos é o erro mais comum: uma nova lei não é uma fraqueza, é uma ameaça. Também é frequente ser demasiado otimista nas forças ou fazer a análise uma única vez e esquecê-la. O mercado muda, e a análise SWOT deve ser revista regularmente para continuar a orientar as decisões da empresa.
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